"O que diferencia «uma mudança reformista» de «uma mudança não reformista» num regime político, é que no primeiro caso o poder continua fundamentalmente nas mãos da antiga classe dominante e que no segundo o poder passa das mãos dessa classe para uma nova."

sábado, 1 de fevereiro de 2014

"SEMPRE A TAXAR"

O novo Presidente da Câmara presenteou os Coruchenses com mais uma taxa municipal.

A seguir ao aumento da água e à recusa em baixar o IMI, são os Coruchenses agora brindados pela taxa, "direitos de Passagem", que se reflectirá todos os meses nas facturas dos clientes da PT.

Estes socialistas são um espanto! Sempre disponíveis para isentar os poderosos de taxas ou impostos municipais, como no caso da "Nestlé", já para o comum dos cidadãos são implacáveis!!!

Registe-se que esta taxa só se aplica por vontade da maioria socialista.

Presume-se, dizem alguns, que a aplicação desta taxa vai permitir a recolha para os cofres da câmara, de uns milhares de euros que compensarão o "negócio ruinoso" para o município, que é, a compra de parte do antigo edifício da Rodoviária, por valores muito acima do "mercado imobiliário" (quase trezentos euros metro quadrado).


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

ENTRE_SONS (105)

Pete Seeger - "IF I had a Hammer"

O ESMAGAMENTO DAS FAMÍLIAS PELO IRS


   
A arrecadação de IRS em 2013 foi de 12,3 mil milhões de euros, um aumento de 35,5% em relação ao ano anterior. Trata-se da maior arrecadação de sempre em sede de IRS. Ele se verifica no mesmo momento em que o governo determina a redução do imposto sobre as empresas, o IRC. O agravamento do IRS reduz o rendimento disponível dos portugueses. Mas a redução do IRC não aumenta o investimento porque este é determinado pela taxa de lucro e não por isenções fiscais.

VAMOS LUTAR!


segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A DENÚNCIA, O SILÊNCIO E A INFÂMIA

A revelação de Manuela Ferreira Leite, em programa televisivo na 5ª feira à noite, foi seguida por um silêncio quase sepulcral. Nenhum dos jornais que se auto-proclamam como "referência" mencionou o assunto. A excepção honrosa foi o jornal i . 
Pela boca da ex-ministra das Finanças e antiga dirigente do PSD ficou-se a saber que:   1) o governo P.Coelho-P.Portas fez uma reserva oculta de 533 milhões no Orçamento de Estado de 2014;   2) que tal reserva daria para cobrir folgadamente as consequências do chumbo no Tribunal Constitucional – "ainda sobrariam 200 milhões", disse ela;   3) que portanto a sanha persecutória do governo contra os reformados, com cortes drásticos nas pensões, não tem qualquer razão de ser;   4) que desconhece a que se destina o enorme "fundo de maneio" de 533 milhões à disposição da actual ministra das Finanças – "no meu tempo este fundo era apenas de 150 milhões", disse Ferreira Leite. 
Verifica-se assim que a infâmia do governo Coelho-Portas é ainda maior do que se pensava. Há recursos orçamentais vultosos que são sonegados, reservados a finalidades desconhecidas do público. E, apesar disso, o governo pratica uma nova e brutal punção sobre os magros rendimentos dos pensionistas.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Chega a ser comovente, a solidariedade existente entre "eles"!


Dionísio Mendes indicado para administrador da Ecolezíria  (AQUII)

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domingo, 5 de janeiro de 2014

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O Orçamento de Estado, o PS e a FAMOSA ALÍNEA F.


É uma evidencia indiscutível, e comummente aceite, que o Orçamento de Estado para 2014 vai agravar e muito, a vida das famílias portuguesas por via das medidas que incorpora, que no essencial se traduzem em mais cortes salariais e nas pensões, aprofunda, limita e nega, direitos fundamentais como o acesso à saúde, educação ou à protecção social.

Vem isto a propósito da moção apresentada na Assembleia Municipal que criticava o ORÇAMENTO DE ESTADO e que o PS se recusou a apoiar. Por causa da alínea f) da citada moção. 

(que se transcreve)

"o OE, constitui-se como um factor de aumento da exploração dos trabalhadores, da redução dos rendimentos dos reformados e de empobrecimento das famílias (até aqui o PS concorda) agravado pelas medidas adoptadas pelo Município como são exemplo, a manutenção dos valores do IMI e o aumento de 4,67% das tarifas da água";

Para o PS as medidas nocivas para as famílias tomadas pelo governo são más e devem ser condenadas, já as medidas tomadas pelo PS em Coruche e que também vão ao bolso dos cidadãos essas pasme-se, !!! Devem ser apoiadas!!!

Isto é o cúmulo da hipocrisia e do cinismo.