A última reunião da Assembleia Municipal de Coruche em que
D. Mendes participou foi, do principio ao fim, um exercício de cinismo, hipocrisia e
desfaçatez por parte dos eleitos socialistas que revelaram que sem D.
Mendes não passam de uns incompetentes e seguidistas.
O presidente José Coelho, mais uma vez, não teve verticalidade nem carácter
para que ao menos, nesta última reunião do mandato, assumisse uma postura
séria e rigorosa na condução da reunião, foi um "pau mandado" e
colaborou na farsa da aprovação da acta da última reunião que foi
completamente "martelada", como oportunamente e sem papas na língua
a Oposição denunciou! Favores com favores se pagam, não é Zé?
O líder da bancada socialista esteve ao nível habitual e parece estar já
numa fase muito adiantada de perda de capacidades.
Quanto ao desempenho do Mendes, esse foi como sempre. Grosseiro,
provocador e acima de tudo procurando intimidar quem lhe faz frente e tem
a coragem de o confrontar, como no caso, em que foi criticado e
questionado por ter proibido os vereadores da oposição de fotocopiarem
documentos. Aqui meteu os pés pelas mãos para se justificar! Um dos
argumentos que utilizou foi, que "desde Janeiro até agora os
vereadores da oposição já fizeram 1000 (mil) cópias!!!"
O presidente acha que é um exagero os vereadores em 9
meses e para desempenhar as suas funções terem feito mil cópias.
É caso para perguntar quanto custa à Câmara mil cópias? cem, duzentos euros?
O que é isso, se comparado com os inúmeros almoços e viagens pagas aos
eleitos socialistas a Badajoz!
E quantos milhares de euros recebem os eleitos
socialistas em despesas de representação? Um destes dias teremos que
divulgar esses números, fica prometido.
Mas o que mais surreal se passou nesta reunião foi a leitura de
um "voto de louvor" a D. Mendes, apresentado pelo PS, que o
líder da bancada não pode ler pois esqueceu-se dos óculos, tendo consumado
essa leitura, com alguma dificuldade, o sempre solicito presidente da
Assembleia. (sem grande convicção, sublinhe-se!)
Sobre este voto de louvor a oposição foi clara nas razões
que apresentou para o não aprovar.
E finalmente... vimo-nos livres dele... que alivio.








