Avolumam-se os rumores de que no PS Coruchense, está em curso uma fratricida e cínica luta pelos lugares elegíveis na lista de candidatos à câmara.
Dionísio Mendes, actual presidente, impedido por força da lei de se recandidatar não dá espaço ao seu vice-Chico Oliveira para poder afirmar-se e finalmente anunciar, oficialmente, a sua candidatura a presidente, coisa que deseja fazer à vários meses, Mendes terá mesmo recusado a proposta do aparelho socialista para renunciar ao mandato, o que permitiria, que o "Chico" pudesse nestes últimos meses,
surgir com mais protagonismo e outra visibilidade e finalmente,
dissipar as dúvidas e hesitações daqueles que na estrutura local e
regional do PS acham que não reúne condições para o lugar.
Mendes, de forma mais ou menos clara vai convencendo os seus mais "próximos" que nestes doze anos viveram à sua "pala" em
lugares de nomeação (e com isso fizeram "bom dinheiro") para
apoiarem a drª "Kimanda" de forma a que, mesmo não sendo a primeira da lista, seja no limite a segunda, o que lhe permitirá em caso de vitória continuar
a dirigir a câmara.
Neste processo são seus mais destacados apoiantes o "plantador de favas", a "arranca Pregos" e a "loira". Sendo que, relativamente ao "cromo de Santana" este está hesitante, entre apoiar a "Kimanda" ou o "Chico".
Também há quem defenda, que a exemplo do que se passa em Almeirim, em Coruche possa haver um movimento de "independentes" com
origem em alguns dos actuais eleitos e assessores do PS para
concorrer à Câmara e Assembleia Municipal.
O que não deixa de ser estranho é que Chico Oliveira foi anunciado oficiosamente como candidato vai para seis meses e depois de todas as principais forças politicas terem já divulgado os seus candidatos, o PS ainda não o tenha feito, a pouco mais de quatro meses das eleições.
Enfim, são as lutas pelos "tachos" a que os socialistas já nos
habituaram.




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