"O que diferencia «uma mudança reformista» de «uma mudança não reformista» num regime político, é que no primeiro caso o poder continua fundamentalmente nas mãos da antiga classe dominante e que no segundo o poder passa das mãos dessa classe para uma nova."

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Desfasados da Realidade


Ao que isto chegou! 

Apesar dos gravíssimos problemas que afectam cada vez mais as famílias coruchenses, em resultado da situação em que se encontra o País, fruto das politicas dos sucessivos governos do PSD,CDS e PS nos últimos 30 anos, por cá, completamente desfasados da realidade social concelhia, a maioria PS continua de forma chocante a brindar-nos com iniciativas e eventos que delapidam os recursos municipais e que em nada contribuem para atenuar as dificuldades dos coruchenses mais carenciados e que neste momento precisavam que "a sua Câmara" tivesse para com eles maior atenção, em vez de promover festas que a ninguém aproveitam.

Vem esta prosa a propósito do "DIA EUROPEU DA ENOTURISMO" (aqui) que a C.M.C vai promover nos próximos dias 10 e 11 de Novembro e que custará só para a animação musical mais de 2000 euros.

Não há forma mais útil de aplicar o dinheiro publico no actual contexto de crise?

Este evento é assim tão importante Pró concelho?



Basta de tanta insensibilidade, é hora dos socialistas ganharem tino.

Milhares chumbam o Orçamento na rua

Respondendo ao apelo da CGTP-IN, milhares de pessoas concentraram-se em frente à Assembleia da República, rejeitando o Orçamento do Estado para 2013 e as medidas gravosas nele contidas.

 

sábado, 27 de outubro de 2012

O PLANTADOR DE FAVAS


Há muito que te conheço
Mas não sabia para o que davas
Agora venho a saber
Que és um plantador de favas

No peugeot ias á horta
Para ver o teu faval
Porque favas plantadas 
Só no nosso portugal

Todas as favas que plantaste
Lá na tua linda horta
Vão servir para alimentar
O burro que te transporta

Olha que os burros dão pinotes
Sem escolher a ocasião
Vai mas é no descapotável
Que de burro podes ir ao chão

E se isso acontecer
Até podes ficar mal
Depois não contas à gente
Como está o teu faval

Sempre tivestes aspirações
Em fazer o que gostavas
Até que um dia finalmente
Chegastes a plantador de favas

Tozé

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

A TRÊS DIMENSÕES


O "mirante" porventura por falta de assuntos sérios ou quiçá por razões que a razão desconhece, brindou-nos com uma crónica a "três dimensões" sobre o "rapaz orvalho" (Aqui) um verdadeiro tesourinho que só encontra paralelo no correio sentimental da "Maria".

O "rapaz orvalho" não se fez rogado e vai daí, proferiu uma série de inenarráveis dislates e outras barbaridades. 

Ficámos a saber que o pobre coitado não é feliz com o seu BMW descapotável que adquiriu em resultado do duro trabalho que desde os 23 exerce na C.M.C.


Não podia também faltar a bajulação ao "grande líder", pudera não fora o dito, como é que havia "pilim" para o BMW?


E aquela do !? O máximo!



O "rapaz orvalho" é uma sumidade, ele e o dono do "mirante", o tal de J.A.E. 

Têm ambos um ego do tamanho do mundo.




PS: "rapaz orvalho", o PLANTADOR de favas! 

sábado, 20 de outubro de 2012

14 de Novembro


O vigoroso ascenso da luta de massas está a mudar aceleradamente o clima social e político. E a fazer surgir uma curiosa e contraditória rearrumação de forças. Em que algumas fazem o que já se esperava e outras fazem o que se esperava à mistura com posições que não devem passar sem registo.

Para exemplificar: a UGT e o sr. Cardeal Patriarca.

A UGT, naturalmente, cabe no primeiro grupo. Perante o anúncio pela CGTP de uma Greve Geral para 14 de Novembro, que diz o Secretariado Nacional da central amarela (4.10.2012)? Reconhecendo uma série de maldades na política de «austeridade» do Governo (e escondendo o vergonhoso acordo de concertação que com ele subscreveu), o que tem a dizer é que a convocatória é «divisionista e sectária», e que a UGT aposta no «diálogo social tripartido». Porque a CGTP não a foi consultar sobre a convocatória, ou seja, decidiu – e bem – não retardar o desenvolvimento da luta que tivera uma tão grandiosa expressão em 29 de Setembro (e para a qual a UGT nada contribuiu, ao contrário do que aconteceu com muitos trabalhadores filiados em sindicatos que a integram) com semelhante e inútil consulta.

O sr. Cardeal Patriarca cabe no segundo grupo. Em declarações recentes (v. http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=92740) disse várias coisas, das quais ressaltou sobretudo o considerar que manifestações – que afirma compreender – e greves «não resolvem nada». Naturalmente que os trabalhadores – incluindo muitos trabalhadores católicos – têm opinião diferente. Mas não foi só isso que o sr. CP disse. Disse que a crise está «difícil para muitos, não para todos». Disse que uma das raízes da crise está em que «o mundo financeiro passou a ser uma fonte de lucro sem produção económica». Disse que cabe a cada português ser «protagonista da solução». E não será verdade que, em todos estes pontos, podemos estar de acordo com o sr. CP? Com uma rectificação: da mesma forma que a crise é para muitos mas não para todos, também não serão todos os portugueses os protagonistas da solução. Será a esmagadora maioria, serão os trabalhadores e o povo os protagonistas da solução. E, com desculpa do sr. CP, com um grandioso passo nesse sentido a 14 de Novembro.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

IRS agrava tributação de famílias de mais baixos rendimentos

«Na apresentação em Setembro passado, Vítor Gaspar reiterou que o imposto manteria as características constitucionais. "O imposto sobre o rendimento pessoal visa a diminuição das desigualdades e será único e progressivo", diz a Constituição. E que depois de alterado, seria ainda mais progressivo do que a estrutura vigente até ao final de 2012. Para o Governo, a redução do número de escalões, o agravamento das taxas, a introdução de uma sobretaxa de 4% e de uma taxa de solidariedade de 2,5% para o escalão mais elevado atribui "assim uma maior progressividade ao imposto". 

Mas as contas - entrando já em linha com todas as mexidas introduzidas em sede de IRS - revelam uma retrato mais completo. Isto é, o imposto ainda é progressivo porque quem mais tem, paga mais imposto. Mas são as famílias de mais baixos rendimentos que sentem um maior agravamento de imposto, o que - ao arrepio da Constituição - nunca poderá contribuir para a diminuição da desigualdade social. 

Veja-se o caso mais flagrante: o das famílias monoparentais, com um dependente a cargo. Os rendimentos anuais de 14 mil euros sentirão um agravamento de IRS de 254 para 706 euros, mais 178%. O IRS que antes representava 1,8% do rendimento bruto passará para 5%. 

No outro extremo, uma família com 100 mil euros de rendimento anual passará de um IRS de 30,7 mil para 37,4 mil euros. Ou seja, passa de uma taxa efectiva de 31 para 37%. A família de maiores recursos continua a pagar muito mais, mas o seu agravamento será bastante menor face ao das famílias mais pobres. »



Esta política e este governo têm de ser derrotados antes que arruínem portugal!!!

TODOS À GREVE GERAL!