As políticas de D. Mendes e do PS levaram nestes dez anos, Coruche, a perder peso e a liderança no contexto dos concelhos mais a sul da Lezíria do tejo, isto apesar das colossais campanhas de propaganda e marketing que custaram aos orçamentos do município milhões de euros e como prova do que se afirma tomemos como exemplo os resultados dos últimos censos (2001 a 2011).
- Coruche tem 19 931 habitantes, perdeu desde 2001, 1401 - 6,57%
- Salvaterra de Magos tem 22161 habitantes. Desde 2001 aumentou, 1892 - 9,38 %
- Almeirim tem 23403 habitantes. Desde 2001 aumentou, 1446 - 6,59%
- Benavente tem 29388 habitantes. Desde 2001 aumentou, 6131 - 26,36%
Outro dos indicadores que importa conhecer é o “índice de envelhecimento por local de residência – Nº de pessoas com mais de 65 anos por cada 100 pessoas com menos 15 anos”
- Benavente tem 102 pessoas com mais de 65 anos.
- Almeirim tem 140 pessoas com mais 65 anos.
- Salvaterra de Magos tem 146 pessoas com mais de 65 anos.
- Venda Novas tem 189 pessoas com mais de 65 anos.
- Ponte de Sôr tem 192 pessoas com mais de 65 anos.
- CORUCHE TEM 234 PESSOAS COM MAIS DE 65 ANOS.
Estes elementos permitem-nos concluir que em dez anos de gestão PS, Coruche, perdeu protagonismo e influência no conjunto dos concelhos limítrofes: perde população e é o concelho onde a desertificação e o envelhecimento é mais acentuado.
Em Coruche como demonstram os indicadores referidos, os jovens continuam a “fugir” para Lisboa e para outros concelhos, embora, ao longo destes dez anos D. Mendes e o PS tenham repetidamente afirmado que o desenvolvimento estava assegurado.
Estes indicadores revelam ainda que os milhões de euros gastos, nestes dez anos, em festas, novelas, relva sintética (hoje às moscas, como no Couço), em outdoors, no “sorvedouro” de recursos como o projecto do comboio para Lisboa, em isenções de impostos a multinacionais como a “Nestlé”, na prioridade dada às actividades taurinas etc.
Foi dinheiro, de todos nós, que só serviu para permitir a uns quantos personagens pavonearem-se e dar aso a outras extravagâncias.
O Emprego, a habitação social e a qualidade de vida da população ficaram para segundo plano. Esta gente não merece a confiança dos coruchenses.






